Estado abriu consulta pública para projeto de lei que pretende regionalizar o serviço. Até mesmo na capital a coleta de esgoto não atende 100% da população. Coleta de esgoto atende menos de 30% do Estado
Esgoto sem tratamento correndo a céu aberto ou sendo lançado em fossas sépticas ainda é uma realidade em grande parte do estado. Segundo levantamento do Instituto Trata Brasil, apenas 27% do Tocantins possui coleta e tratamento da água.
O José Luiz de Matos vive em um bairro de Palmas e ainda convive diariamente com o mau cheiro do esgoto perto da casa dele. “Não é fácil, não. Mau cheiro. Traz doença né, mosquito da dengue, toda coisa”, disse o relojoeiro.
Em Palmas 80% do esgoto é tratado e o índice só não é maior por que alguns setores não são regularizados. No restante do Tocantins o percentual ainda é baixo, mas nos últimos anos o estado conseguiu melhorar bastante e se destacou na região norte do país.
“Tivemos uma evolução de 2005 a 2020 de praticamente 20%, mas precisamos ter uma evolução, nos próximos anos, de praticamente 60% para atingirmos a meta do marco legal”, comentou a presidente executiva do instituto, Luana Pretto.
A falta de um sistema de coleta de esgoto é um problema que traz desafios. A região norte do Brasil é uma das que mais sofre com a falta do saneamento básico.
“Afeta diretamente a saúde da população. Nós temos uma série de doenças de veiculação hídrica que quando a gente toma água não tratada e quando tem contato com aquele esgoto que é lançado em uma drenagem, em uma vala a céu aberto, sem tratamento”, disse.
Só que este problema ainda deve levar alguns anos para ser resolvido. O governo do estado pretende fazer a regionalização dos serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto para os 139 municípios.
A proposta é que até 2033 mais de 90% da população tenha acesso ao saneamento básico. Para isso durante os últimos 30 dias uma consulta pública foi aberta para que os moradores do estado possam opinar e contar sobre a realidade de onde vivem.
“A pessoa pode ler e também têm um formulário eletrônico que ele clica e fazer suas considerações, suas colaborações, suas dúvidas para que o grupo de trabalho possa analisar e chegar a tempo de concluir, dentro do cronograma previsto no marco, o projeto de lei que será encaminhado pela Casa Civil à Assembleia. Quando for transformado em lei os municípios poderão fazer a sua adesão”, disse o diretor de gestão e projetos Edson Cabral.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Esgoto sem tratamento correndo a céu aberto ou sendo lançado em fossas sépticas ainda é uma realidade em grande parte do estado. Segundo levantamento do Instituto Trata Brasil, apenas 27% do Tocantins possui coleta e tratamento da água.
O José Luiz de Matos vive em um bairro de Palmas e ainda convive diariamente com o mau cheiro do esgoto perto da casa dele. “Não é fácil, não. Mau cheiro. Traz doença né, mosquito da dengue, toda coisa”, disse o relojoeiro.
Em Palmas 80% do esgoto é tratado e o índice só não é maior por que alguns setores não são regularizados. No restante do Tocantins o percentual ainda é baixo, mas nos últimos anos o estado conseguiu melhorar bastante e se destacou na região norte do país.
“Tivemos uma evolução de 2005 a 2020 de praticamente 20%, mas precisamos ter uma evolução, nos próximos anos, de praticamente 60% para atingirmos a meta do marco legal”, comentou a presidente executiva do instituto, Luana Pretto.
A falta de um sistema de coleta de esgoto é um problema que traz desafios. A região norte do Brasil é uma das que mais sofre com a falta do saneamento básico.
“Afeta diretamente a saúde da população. Nós temos uma série de doenças de veiculação hídrica que quando a gente toma água não tratada e quando tem contato com aquele esgoto que é lançado em uma drenagem, em uma vala a céu aberto, sem tratamento”, disse.
Só que este problema ainda deve levar alguns anos para ser resolvido. O governo do estado pretende fazer a regionalização dos serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto para os 139 municípios.
A proposta é que até 2033 mais de 90% da população tenha acesso ao saneamento básico. Para isso durante os últimos 30 dias uma consulta pública foi aberta para que os moradores do estado possam opinar e contar sobre a realidade de onde vivem.
“A pessoa pode ler e também têm um formulário eletrônico que ele clica e fazer suas considerações, suas colaborações, suas dúvidas para que o grupo de trabalho possa analisar e chegar a tempo de concluir, dentro do cronograma previsto no marco, o projeto de lei que será encaminhado pela Casa Civil à Assembleia. Quando for transformado em lei os municípios poderão fazer a sua adesão”, disse o diretor de gestão e projetos Edson Cabral.
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Fonte: G1 Tocantins